
Amanhã o Brasil pode tirar um pezinho da idade média. Vai ser votado se vale a lei, aprovada em 2005 (está vendo como tudo aqui é enrolado?), que permite a pesquisa com células-tronco embrionárias. As pesquisas podem beneficiar a médio prazo 5 milhões de brasileiros no tratamento de males que vão de diabetes e esclerose múltipla a vítimas de AVC.
Detalhe: ao contrário de outros países onde a pesquisa avança, como Israel, Inglaterra, China, Alemanha e EUA, aqui no Brasil a lei, que está ameaçada de veto, prevê pesquisa apenas com embriões humanos inviáveis ou congelados. O IBOPE publicou pesquisa onde 75% da população dá apoio total à pesquisa; que tem ainda 20% de apoio parcial. Mais: segundo Jânio de Freitas, entre os brasileiros que consideram ser “uma atitude em defesa da vida” o uso de células-tronco embrionárias, na pesquisa científica e na medicina, estão 94% dos católicos.
Depois disso tudo, fica claro que esclerose mental parecer ser o diagnóstico para os dinossauros, muitos dentro da igreja católica, que são contra a pesquisa.
Foto: Universidade de Wisconsin
Escrito por Marcelo Tas às 09h16