O Brasil é o país da traquitana. Assolados pela ausência de políticas públicas e falta de grana, buscamos na tecnologia uma saída para o abismo da miséria que pode nos tragar a qualquer instante.
Eu não gosto daquele tipo de funk safado e machista. Mas adoro a forma como o funk carioca serve de plataforma para se contar histórias ainda não contadas de uma classe social que passou décadas, talvez séculos, no escuro e no silêncio. Para mim, o funk carioca virou uma espécie de cordel eletrônico do século XXI.
Este aí é o “Funk do Tuíter” pilotado pelo MC Kiko, técnico de informática, usuário de Linux e Flamengo até morrer. Obrigado pela citação e som na caixa DJ!
Escrito por Marcelo Tas às 17h43